quinta-feira, 22 de outubro de 2009

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

"cuidado ?!!"

Coqueiro Campo, Turmalina/Minas Novas, MG, 2009

terça-feira, 13 de outubro de 2009

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

fragmentos

"
Que deveria fazer um diminuto ser humano para fundir-se harmoniosamente na natureza que o continha, para respirar em sincronia com o universo?
"

Musashi, Eiji Yoshikawa

eita marzão de brasíllia!

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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

dias

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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

terça-feira, 25 de agosto de 2009

quinta-feira, 11 de junho de 2009

bonitinha mas ...



a tempo:

iluminar ficou velho; o que tá valendo é desescurecer. nem que seja pra arreganhar os olhos...

leiteiros de deus

o padre daquela paróquia usava contar uma estória - com "e", ele frisava - de que éramos todos leiteiros de deus. pela manhã, o senhor acorda de seu leito celeste e, com um tapinha, nos levanta da cama - às vezes mais cedo do que esperávamos: nascemos.

daí grita que quer leite, da vaca, quentinho. num pulo, estamos no curral, ajoelhados, contando alturas no balde. mas como a disputa é grande - ele tem muitos leiteiros -, no fim, quem ganha, é quem colocou o balde mais perto do senhor.

por fim, ele dizia: chute o balde com muita força, que ele não tem muita frescura não.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Ambiguidade:

Precisamos reservar um tempo para a gente.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

sexta-feira, 24 de abril de 2009

soluções para a vida contemporanea

meninos: salgados; meninas: doces

sexta-feira, 17 de abril de 2009

sábado, 4 de abril de 2009

terça-feira, 31 de março de 2009

segunda-feira, 23 de março de 2009

sábado, 21 de março de 2009

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

clap

clap
clap

domingo, 8 de fevereiro de 2009

sábado, 7 de fevereiro de 2009

vem cá,


senta no colinho da madona.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

sábado, 31 de janeiro de 2009

prefácio

hoje é o primeiro. não conheço outras terras nem outros sóis. estou sozinho como sempre, desde agora. o cronômetro invisível aguarda o tiro que ecoa. sou eu, e eu. os amigos mortos e enterrados dentro do meu corpo - o brilho dos sorrisos está nas minhas córneas - que não piscam. as aventuras estão suspensas no sangue, surdas com o intervalo infinito das batidas. os prazeres. os medos. as imolações que proponho são vazias. meus sonhos também. ainda vai chegar.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

natureza morta com peixes vermelhos

O velho Matisse esteve por aqui dando uma canja e como só tínhamos canetinhas (12 cores), ele se virou:




quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

hoje

T. Ogava, velha guarda da fotografia,
descoberto hoje pelos membros
deste ignorativo.

eu

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

amarelo

#às vezes umas pinceladas valem mais que uma obra inteira#

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

sábado, 3 de janeiro de 2009

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

terça-feira, 4 de novembro de 2008

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Uma saída para esta vala:

Para variar, a janela que traz a luz me encerra: sou apenas uma janela. Um espaço bidimensional, avidraçado, geralmente retangular; dispostas horizontal e verticalmente pela cidade, são os indivíduos da paisagem: e eu.
Eu: uma janela. Postado entre as duas realidades do mundo, parapeito do interior, observador do exterior, e nada além disso. Minha condição humana chega a ser curiosa: desfocado em prol da paisagem, os dois pontos nos quais insisto demonstram bem, em fila interminável de conclusões, minha concretude de inexistente. Meus desejos são os de uma janela: ora não fazer mais do que não atrapalhar, ora me postar como um impedimento, inconsciente de que qualquer atitude ou consciência não me fará mais que uma regular janela. Como uma janela que coloquei como personagem num conto, cuja droga para se distrair da desesperança típica de seres-janela é o sarcasmo, irresistível para se sentir um pouco mais que uma simples janela a serviço dos moradores e dos passantes.
Um sujeito com conclusões imprecipitadas, seja lá o que o leitor entender dessa palavra. Eu quero dizer mais ou menos o seguinte: não tenho símbolos pré-criativos, ou seja, não crio com vistas à uma conclusão, mas o contrário: crio por uma solução. Impremeditadas. Desta forma, o processo criativo para mim é ao mesmo tempo prazeroso e doloroso. O prazer pela auto-descoberta; a dor pelo mesmo motivo. Ao mesmo tempo é difícil e fácil: este porque não estou preso a nada; aquele porque, sem nada em que apoiar, vacilo constantemente. Corrijo: meu suporte é a minha inspiração voltada para que eu torne concreta alguma comunicação. Uma comunicação, no entanto, que não me pertence e de que tampouco me sinto proprietário. É autoral na mesma medida em que o vidro influencia na visão da paisagem. Não é realista, nem afeita ao proselitismo de observadores ou paisagens; é somente influência. O que pode parecer uma fraqueza para os espíritos viçosos, sustentados por temáticas clássicas a modernas, para mim, valado no pós-modernismo, pode ser uma nova opção, uma nova linguagem, típica de porquinhos ingênuos mas ardilosos.
São sujeitos para os quais não importa quem olha, o que se olha ou como se olha. O que importa é olhar. Preferem o verbo, enquanto os outros elementos, não sendo dispensáveis, são acessórios. E o que vier disso não é só bem vindo, mas também verdadeiro; não a verdade absoluta, às vezes até colocada em maiúscula, mas como parte da verdade maior que, já vimos, não alcançaremos por meio da linguagem, e sim por meio das pessoas que a linguagem atinge.
Sujeitos para os quais a esperança é um gato com várias vidas já mortas e que, como toda geração, tem a sua nas mãos e quer, agora, decidir o que fazer com ela: comunicamos mais do que qualquer outro em qualquer época imaginou ser possível se comunicar. E não estamos satisfeitos, claro.
Mas qual caminho queremos tomar?
Exponenciar a comunicação até que ponto?
Quais são as nossas opções e os seus respectivos limites?
Para onde queremos ir?
Vamos começar a tomar o controle do que temos ou vamos deixar o que temos nos controlar?
Minha saída - uma fatalidade, é certo: sermos janelas, com todas suas limitações e todas suas vantagens. Sermos o meio. Os quartos, as salas, as ruas e as montanhas; os moradores, os passantes e os animais já foram pisados e repisados. Existem, e ponto. Nem sujeitos nem objetos: verbos (com ou sem suas implicações bíblicas, a depender de cada um).
Se a pretensão é demais, talvez isso seja uma boa idéia de que é um caminho promissor.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

terça-feira, 28 de outubro de 2008

bagagem

estou me alforriando de mim mesmo -
o que devo levar?
e estes post-it´s ainda grudados na minha pele?
esta parafernália toda:
até onde ainda serei eu?

domingo, 26 de outubro de 2008

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Há quanto tempo

"... a vida é, em certa medida, quântica, já que se rege pelo princípio da incerteza e da indeterminação."

É o Ferreira Gullar, na FSP de ontem (19-10), explicando o título deste ignorativo e a nossa antiga atração pelo adjetivo (quântico) (esclarecendo: ainda antes d'O Segredo e etc...).

sábado, 18 de outubro de 2008

sexta-feira, 17 de outubro de 2008