terça-feira, 29 de janeiro de 2008
R.II
"As coisas em geral não são tão fáceis de apreender e dizer como normalmente nos querem levar a acreditar;"
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
R.I
"Não há nada que toque menos uma obra de arte do que palavras de crítica: elas não passam de mal-entendidos mais ou menos afortunados."
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
sábado, 19 de janeiro de 2008
domingo, 13 de janeiro de 2008
Chegando... (já era hora)
*** seremos sempre uma família resistindo deixar o sertão castigado pela seca? ***
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
alternadamente
outro dia encontrei o andré em caracas. ele estava barbudo e ambos estávamos bêbados. conversamos um pouco, xingamos e elogiamos o chávez repetida e alternadamente e ele até me pediu um texto inédito. é este aqui, que saiu na nova edição do histórias possíveis.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
071215.V
O machismo, o feminismo, essa revolução já aconteceu e o legado é inescapável. A mulher e o homem se sabem serem iguais como sabem serem diferentes – embora o feminismo tenha sido assumido com atraso. E eles ainda não aprenderam a lidar com esse conhecimento. Pushing, pushing, saiu alguma coisa como a quântica. O trem está partindo.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
071215.IV
São Paulo pagou um preço por vencer o Rio de Janeiro. Esse tipo de coisa não sai de graça. Para ser melhor, São Paulo se abriu para o mundo e, pior, como voa um bom português: chorando. Rio queria ser Brasil. São Paulo teve que ser o mundo.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
071215.III
Em Hollywood, por exemplo, os que falam o que ninguém ouve, diziam que era curioso os que se achavam intelectuais não entenderem o que falavam. E, pior, entendiam; não se incomodavam.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
071215.II
A diferença é que o dinheiro era só aquilo com o que se comprava. Hoje tem seu próprio valor. Quer dizer, custar muito por si só é comprar um público consumidor.
domingo, 16 de dezembro de 2007
071215.I
Um dia vão estranhar o nome “pirâmide etária”. Ou vão estranhar mesmo a fotografia de uma pirâmide.
sábado, 15 de dezembro de 2007
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
sábado, 8 de dezembro de 2007
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
O anúncio
Quando L. leu o anúncio, L. sorriu. Procura-se casais que se amam. Retribui-se fartamente. A mente de L. não vacilou em associar a expectativa com a figura carinhosa de R. Relendo a pequena chamada, ligou para ele no celular, comentou o que havia lido e deixou a idéia de que poderiam participar. R. sorriu e depois ficou muito pensativo. L. ficou feliz e disse a uma amiga que andava nas nuvens. À noite, L. e R. se encontraram, e ele decidiu terminar o namoro.
domingo, 18 de novembro de 2007
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
domingo, 14 de outubro de 2007
WWW - Welcome to the Wireless World
O leitor não se lembra da época em que controles remotos eram remotos porque tinham fio?
Bem, mas já deu pro leitor perceber que essa limitação espacial está definitivamente out, não deu?
O departamento comercial do QSEDQ traz a invenção que levantou um patamar a wirelessness mundial: o narguilê sem fio.
Isso mesmo! Você fumando seu narguilê de qualquer canto da casa. Disponível nas versões basic, over there e total freedom, você poderá baforar seu perfumado fumo a até 10, 40 ou incríveis 200 metros da base do seu novo Narguilê Wireless QSEDQ®.
Entre em contato e faça parte do seleto grupo da total liberdade!
Bem, mas já deu pro leitor perceber que essa limitação espacial está definitivamente out, não deu?
O departamento comercial do QSEDQ traz a invenção que levantou um patamar a wirelessness mundial: o narguilê sem fio.
Isso mesmo! Você fumando seu narguilê de qualquer canto da casa. Disponível nas versões basic, over there e total freedom, você poderá baforar seu perfumado fumo a até 10, 40 ou incríveis 200 metros da base do seu novo Narguilê Wireless QSEDQ®.
Entre em contato e faça parte do seleto grupo da total liberdade!
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
As belas que nos perdoem
Tive um site numa época em que site pessoal ainda não era blog, era site pessoal. Nessa época, a gente usava o Geocities para hospedar as páginas que a gente escrevia no bloco de notas, com os códigos de html. Ainda se usava muito o windows 3.1 ou 3.11 para workgroups (creio que corresponde ao home e professional de hoje em dia), com o comando "win" no DOS para abrir o windows. Outro dia abri o DOS; com exceção do primeiro código que "aprendi" (na verdade foi um chute: digitando - com muito custo - aleatoriamente umas palavras no DOS de um daqueles 286, saiu um "cd", as iniciais do nome do meu pai, já que o computador era da empresa dele), não lembro nenhum comando mais. A gente criava arquivos executáveis (*.bat) também no bloco de notas. Usava o ARJ para compactar e tinha de decorar os atributos do comando. "Deltree *.*" era um palavrão. Quando surgiu a internet, modem era uma novidade excitante. O barulhinho que fazia (e que há tempo não ouço) era algo esperado - a gente nunca tinha certeza se iria conseguir se conectar. Arquivo MP3, quando surgiu pra ser tocado no Winamp, era um troço gigante. Para isso e para baixar outros arquivos grandes (acima de 1MB) havia um programinha cujo nome já não lembro, mas que tinha uma função essencial: se no meio de um download a conexão caísse (ou alguém da família quisesse usar o telefone, porque também não havia muito essa coisa de celular e muito menos banda larga), o programa reiniciava do mesmo ponto que havia parado. Esse foi o primeiro passo para podermos começar a baixar arquivos maiores. Email grátis, se não me engano, não eram tantos. Me lembro do Yahoo, do Hotmail, do Zipmail, do BOL. Pesquisa a gente fazia no Cadê?, onde os sites se registravam de acordo com categorias. Tinha também o Altavista, mas esse eu quase não usava; acho que veio depois, sei lá. Provedores eram poucos, pior pra mim que vivia numa cidade do interior. Mas tinha as intranets, onde eu primeiro vi essa coisa do bate papo. Porque aí vieram o ICQ e o bate-papo do UOL. O ICQ deve ter tido uma importância fundamental na minha vida porque ainda hoje me lembro meu número: 15105870. Esse, na verdade, foi o segundo, porque o primeiro se perdeu com alguma senha esquecida ou algum pau, que naquela época dava pau se algum f.d.p. enviasse algo como um bombardeio de mensagens ao mesmo tempo para você (e havia programinhas maldosos que faziam isso). Mas, bem, como eu ia dizendo, tive um site com um tio e uns amigos, que hoje provavelmente chamariam de blog. E hoje, tenho o que chamam de blog. Eu continuo chamando de site ou, ocasionalmente, ignorativo. Não sou um grande revoltoso com relação às expressões estrangeiras, mas blog (sim, blog é uma palavra estrangeira) é uma palavra muito feia. Blogue, blogar, blogueira/o. Muito feia. Tinha uma época, aliás, que os escritores simplesmente deixavam de usar uma palavra, ainda que portuguesa, porque era feia; mas isso foi coisa do Machado de Assis. A gente é moderno; o moderno é, tem que ser democrático; no moderno a feiúra tem seu espaço. A gente não perdoa o Vinicius: não há preferência, não há nada fundamental.
domingo, 30 de setembro de 2007
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
terça-feira, 25 de setembro de 2007
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
domingo, 16 de setembro de 2007
Arte genética
Os ensaios e manifestos de Kac, datados dos anos 80, primeiramente
mostram que ele está ciente de uma dívida. Sob a sua autoria,
as fórmulas extraídas de Lyotard e Barthes (“gramática libidinal"
ou o termo pornograma, que designa uma “fusão do corpo e
do discurso" [8], por exemplo) incorporam sua prática a um movimento
global que, nos anos 70, sonhara em rejeitar todas as formas
de censura para transformar a expressão lingüística das pulsões em
marca de um discurso atribuível ao corpo, antes de reconhecer as
aporias de tal projeto. Por sua vez, os holopoemas posteriores de
Kac imitam certos comportamentos dos seres vivos, notadamente o
movimento. Entretanto, a sua incorporação ainda permanece inviável,
de modo que a declaração de Jean-Luc Nancy continua plenamente
válida. O mesmo não ocorre com as obras às quais, desde
1998, Kac se refere como “arte transgênica". Entre elas, Genesis
(1999) constitui a um só tempo uma culminação e um caso limite
para o “programa" mencionado por Nancy, à medida que a natureza
corporal do texto deixa de ser metafórica. Para esta obra, que
é simultaneamente trabalho de escrita, criação visual e intervenção
biológica, o artista escolheu o versículo bíblico no qual Deus estabelece
a supremacia do homem sobre o reino dos seres vivos,
dizendo ao casal original: “Tenham poder sobre os peixes do mar,
sobre as aves que voam no ar e sobre os animais que se arrastam
pelo chão" (Gênesis, 1:28). Kac transpôs estas palavras em Morse,
cujos sinais então substituiu pelos diferentes nucleotídeos que constituem
o DNA até obter um gene artificial, não-funcional, mas
passível de ser integrado tecnicamente à herança de um ser vivo.
Não contente em produzir, desta forma, uma série de versões equivalentes
de um mesmo texto, ele sintetizou e – por meio da intervenção
de um procedimento viral – inseriu a fórmula molecular no
genoma de uma bactéria. Esta foi então cultivada em condições
favoráveis ao surgimento de mutações, tão bem que no curso de
algumas gerações a estrutura correspondente à fórmula genética
começou a apresentar variações em certos indivíduos. Estes, na
transcrição inversa, apresentaram modificações na seqüência textual
original, resultando em algo como: “Teenham poder sobre os
peixes do mar, sobre as aves que voam no ar e sobre os animais
que se aerastam pa cl chão." A palavra divina sobre a criação tornou-
se assim objeto de uma encarnação que repete o fiat: Kac
inscreveu a frase no interior de um organismo primário, unicelular,
para poder generalizá-la à semelhança do ser vivo. Desta vez, um
verbo serviu para bem (re)fazer a carne. O corpo revelou-se como
lugar de uma escrição, onde não se trata mais simplesmente de tatuar,
escarificar nem mesmo gravar as entranhas dos signos simbólicos.
A carne deixa de ser suporte para ser a própria matéria da escrita.
Do aqui já famoso Suplemento...
mostram que ele está ciente de uma dívida. Sob a sua autoria,
as fórmulas extraídas de Lyotard e Barthes (“gramática libidinal"
ou o termo pornograma, que designa uma “fusão do corpo e
do discurso" [8], por exemplo) incorporam sua prática a um movimento
global que, nos anos 70, sonhara em rejeitar todas as formas
de censura para transformar a expressão lingüística das pulsões em
marca de um discurso atribuível ao corpo, antes de reconhecer as
aporias de tal projeto. Por sua vez, os holopoemas posteriores de
Kac imitam certos comportamentos dos seres vivos, notadamente o
movimento. Entretanto, a sua incorporação ainda permanece inviável,
de modo que a declaração de Jean-Luc Nancy continua plenamente
válida. O mesmo não ocorre com as obras às quais, desde
1998, Kac se refere como “arte transgênica". Entre elas, Genesis
(1999) constitui a um só tempo uma culminação e um caso limite
para o “programa" mencionado por Nancy, à medida que a natureza
corporal do texto deixa de ser metafórica. Para esta obra, que
é simultaneamente trabalho de escrita, criação visual e intervenção
biológica, o artista escolheu o versículo bíblico no qual Deus estabelece
a supremacia do homem sobre o reino dos seres vivos,
dizendo ao casal original: “Tenham poder sobre os peixes do mar,
sobre as aves que voam no ar e sobre os animais que se arrastam
pelo chão" (Gênesis, 1:28). Kac transpôs estas palavras em Morse,
cujos sinais então substituiu pelos diferentes nucleotídeos que constituem
o DNA até obter um gene artificial, não-funcional, mas
passível de ser integrado tecnicamente à herança de um ser vivo.
Não contente em produzir, desta forma, uma série de versões equivalentes
de um mesmo texto, ele sintetizou e – por meio da intervenção
de um procedimento viral – inseriu a fórmula molecular no
genoma de uma bactéria. Esta foi então cultivada em condições
favoráveis ao surgimento de mutações, tão bem que no curso de
algumas gerações a estrutura correspondente à fórmula genética
começou a apresentar variações em certos indivíduos. Estes, na
transcrição inversa, apresentaram modificações na seqüência textual
original, resultando em algo como: “Teenham poder sobre os
peixes do mar, sobre as aves que voam no ar e sobre os animais
que se aerastam pa cl chão." A palavra divina sobre a criação tornou-
se assim objeto de uma encarnação que repete o fiat: Kac
inscreveu a frase no interior de um organismo primário, unicelular,
para poder generalizá-la à semelhança do ser vivo. Desta vez, um
verbo serviu para bem (re)fazer a carne. O corpo revelou-se como
lugar de uma escrição, onde não se trata mais simplesmente de tatuar,
escarificar nem mesmo gravar as entranhas dos signos simbólicos.
A carne deixa de ser suporte para ser a própria matéria da escrita.
Do aqui já famoso Suplemento...
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
terça-feira, 11 de setembro de 2007
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
domingo, 9 de setembro de 2007
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
E isso é só um blog amador...
Da Redação
No dia 05 de setembro de 2007, às 18h50m06s, uma pessoa residente no bairro da Graça, em Lisboa, Portugal, acessou o QSEDQ ao clicar num resultado oferecido pelo Google para uma pesquisa do termo "constelações". Tal usuário utilizava um Windows XP e um Internet Explorer 6. Suas configurações de vídeo eram de 800x600, com uma taxa de 32bits para cores.
Seu acesso foi registrado sob o nº 2916.
Aqui está o mapa da localidade donde, nas redondezas, estava sentado defronte seu computador quando acessou este ignorativo.
Ignorativo, e só um blog amador...
terça-feira, 4 de setembro de 2007
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
domingo, 2 de setembro de 2007
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Exposição ENCARA - Uma Reedição Repensada

Nesta sexta-feira (31.8) vai começar uma reedição da "ENCARA", exposição de fotos minhas e da Carol Volpe originalmente ocorrida no Museu de Artes Plásticas Quirino da Silva, em Mococa (foi, aliás e infelizmente, a última do espaço...).
A Carol estará na FAFEM (Faculdades da Fundação de Ensino de Mococa) montando as fotos e os textos - é reedição repensada porque desta vez vai sem os "elementos plásticos" que acompanhavam as fotos nos originais.
É isso, pode continuar.
Da Lucidez da Arquitetura
:: Da Lucidez da Arquitetura ::
Antológica, pra se ter sempre à mão e reler, reler... A entrevista do arquiteto Paulo Mendes da Rocha a Ana Paula Souza na CartaCapital é de uma lucidez e de uma sabedoria sem tamanho, mesmo que um tanto dolorosa -- infelizmente, a entrevista não está disponível na íntegra no site. Pincei algumas frases:
Uma cidade degenerada
O arquiteto Paulo Mendes da Rocha ergue e destrói a paisagem urbana
*A rigor, devíamos [arquitetos e urbanistas] ser mais ouvidos no plano político, nas questões de desenvolvimento das cidades. É uma pena que haja uma tendência de a arquitetura se tornar banal. Isso é decorrência da vertigem mercantilista do nosso tempo.*
*Falamos em água, ar, mas o que pode acabar antes somos nós mesmos.*
*A arquitetura constrói espaços para amparar a imprevisibilidade da vida, não para determinar comportamentos. A cidade é o lugar da liberdade.*
*O mercado é um horizonte falso e, se ficar no comando do processo, só produzirá asneiras como a dos neoclássicos.*
*A classe média alta é a mais baixa da população.*
*Como revitalizar o centro histórico? Transformando botequim em centro cultural? O botequim era um centro cultural.*
*A cidade é o lugar da reprodução do conhecimento na fala diária dos homens que precisam conviver.*
*A classe média não quer frequentar a liberdade.*
*[...] é essa consciência do próprio desastre que forma estados patológicos como o pânico. São pessoas que já não respeitam o outro, estão num estado de delírio.*
*A cidade é, por excelência, o lugar do discurso do homem, o lugar onde as coisas continuam, como experiência e como vida.*
Por Paulo Bicarato, às 15:17 de 16.08.2007 - Categoria: Pensatas
Antológica, pra se ter sempre à mão e reler, reler... A entrevista do arquiteto Paulo Mendes da Rocha a Ana Paula Souza na CartaCapital é de uma lucidez e de uma sabedoria sem tamanho, mesmo que um tanto dolorosa -- infelizmente, a entrevista não está disponível na íntegra no site. Pincei algumas frases:
Uma cidade degenerada
O arquiteto Paulo Mendes da Rocha ergue e destrói a paisagem urbana
*A rigor, devíamos [arquitetos e urbanistas] ser mais ouvidos no plano político, nas questões de desenvolvimento das cidades. É uma pena que haja uma tendência de a arquitetura se tornar banal. Isso é decorrência da vertigem mercantilista do nosso tempo.*
*Falamos em água, ar, mas o que pode acabar antes somos nós mesmos.*
*A arquitetura constrói espaços para amparar a imprevisibilidade da vida, não para determinar comportamentos. A cidade é o lugar da liberdade.*
*O mercado é um horizonte falso e, se ficar no comando do processo, só produzirá asneiras como a dos neoclássicos.*
*A classe média alta é a mais baixa da população.*
*Como revitalizar o centro histórico? Transformando botequim em centro cultural? O botequim era um centro cultural.*
*A cidade é o lugar da reprodução do conhecimento na fala diária dos homens que precisam conviver.*
*A classe média não quer frequentar a liberdade.*
*[...] é essa consciência do próprio desastre que forma estados patológicos como o pânico. São pessoas que já não respeitam o outro, estão num estado de delírio.*
*A cidade é, por excelência, o lugar do discurso do homem, o lugar onde as coisas continuam, como experiência e como vida.*
Por Paulo Bicarato, às 15:17 de 16.08.2007 - Categoria: Pensatas
terça-feira, 28 de agosto de 2007
E por falar nisso...
Pra quem vai ficar em São Paulo no feriado da Independencia ("??" - para não deixar passar os parênteses políticos...), uma boa é o show de lançamento do novo CD do Ivan no Auditorio do Ibirapuera. Vale pelo violeiro, vale pelo repertorio, vale pelo local.
O nome Dez Cordas origina-se de uma técnica desenvolvida por Ivan onde as cordas são tocadas separadamente em cada par (a viola freqüentemente tem cinco pares de cordas), resultando em uma sonoridade inusitada.
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
O suicídio

Quando ele chegou, uma semana depois que eu, éramos colegas de dormitório. No quartel da 3ª de aviação cada quarto comportava dois oficiais. Na noite que ele recebeu um email da namorada entramos no terreno das conversas profundas. Cinco meses mais tarde coincidiu de ser marcada minha folga com sua prática de voo. Levei a câmera que ele me emprestou para a região desertica ao norte; ele decolou. Voando baixo, ficou se exibindo para mim, como um cavalo girando em volta do treinador. As montanhas chegavam a estar mais altas que ele. Numa delas, ele se transformou numa nuvem. Meu vídeo era seu bilhete.
Spam bizarro
Dear Friend,
I am Hubert Mulumba, a former personal assistant of President Joseph Kabila of the Congo Democratic Republic. Before I proceed further, let me make this point clear to you, I am not contacting you to waste your time and I will not want you to waste mine. Please, if you are dealing with me, give this transaction the absolute attention needed.
I was the Chief Officer in charge of arms and ammunition. Some months ago I was assigned to make payment for arms and ammunition worth $35.5 Million in France, on getting to London, I heard over the newsthat United Nation had given an ultimatum to our president and his former vice president and rebel leader Jean-Pierre Bemba to call for an immediate cease fire. I was then directed by the president to depositthe money with a security company in Durban and return back to Kinshasa. Due to power tussle I was sacked and wrongly detained in an underground prison for months. I was recently released and I managed to escape to West Africa.
I am presently seeking political asylum in a West African Sate and my present status does not allow me to move out of my present jurisdiction. Through a contact I was able to move the money out of the initial deposited company vault in Durban to Europe. Since my fallingout with President Kabila he had made spirited effort to move the money to another security company but could not, since the deposit was made in my name. Please I need your help to claim this money since my present situation cannot allow me to do that.
Upon the receipt of this letter, kindly reply me through my alternative email h_mulumba@yahoo.fr signifying your decision including your fullname, address, occupation, age and private phone numbers for quick communication.
Best Regards,
Hubert Mulumba
I am Hubert Mulumba, a former personal assistant of President Joseph Kabila of the Congo Democratic Republic. Before I proceed further, let me make this point clear to you, I am not contacting you to waste your time and I will not want you to waste mine. Please, if you are dealing with me, give this transaction the absolute attention needed.
I was the Chief Officer in charge of arms and ammunition. Some months ago I was assigned to make payment for arms and ammunition worth $35.5 Million in France, on getting to London, I heard over the newsthat United Nation had given an ultimatum to our president and his former vice president and rebel leader Jean-Pierre Bemba to call for an immediate cease fire. I was then directed by the president to depositthe money with a security company in Durban and return back to Kinshasa. Due to power tussle I was sacked and wrongly detained in an underground prison for months. I was recently released and I managed to escape to West Africa.
I am presently seeking political asylum in a West African Sate and my present status does not allow me to move out of my present jurisdiction. Through a contact I was able to move the money out of the initial deposited company vault in Durban to Europe. Since my fallingout with President Kabila he had made spirited effort to move the money to another security company but could not, since the deposit was made in my name. Please I need your help to claim this money since my present situation cannot allow me to do that.
Upon the receipt of this letter, kindly reply me through my alternative email h_mulumba@yahoo.fr signifying your decision including your fullname, address, occupation, age and private phone numbers for quick communication.
Best Regards,
Hubert Mulumba
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
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